IMPLANTES ZIGOMÁTICOS
  A instabilidade das próteses totais (dentaduras) na maxila (maxilar superior)     ocorre na maioria das vezes, em função das atrofias ósseas severas. Atualmente os implantes osseointegrados têm sido a melhor opção para viabilizar a reabilitação com próteses fixas. Entretanto nos casos de osso insuficiente (atrofia óssea), é necessária a realização de uma primeira cirurgia para reconstrução óssea prévia, para possibilitar a instalação de implantes. Uma segunda cirurgia deverá ser  realizada, após um período de aproximadamente 6 meses para a instalação dos implantes. Nestes casos, a literatura cientifica indica como uma das  principais áreas  doadoras a crista do osso ilíaco, que se localiza na  bacia. Embora esta técnica tenha apresentado resultados satisfatórios, a sua aplicabilidade clinica muitas vezes inviabiliza a reabilitação. O número de cirurgias, o tempo de espera e o grau de morbidade; desencorajam os pacientes para esta opção de tratamento.
Atualmente os implantes zigomáticos estão sendo utilizados, pois possibilitam a reabilitação da maxila atrófica com apenas uma cirurgia, sem enxertos e com instalação de uma prótese em 48 horas. Estes implantes foram desenvolvidos por Brånemark para o tratamento de pacientes com atrofias severas de maxila, e apresentaram através dos tempos um elevado nível de sucesso. Consiste na colocação de 2 ou 4 implantes, no osso zigomático, que se localiza na maçã do rosto.  Este osso apresenta uma alta densidade e possibilita uma excelente ancoragem. Em função disso, o paciente pode ser reabilitado com uma prótese fixa com carga imediata, proporcionando a otimização do tempo no tratamento.

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